A urna eletrônica brasileira foi desenvolvida no Brasil por uma empresa brasileira, a OMNITECH Serviços em Tecnologia e Marketing, entre 1995 e 1996, e aperfeiçoada, em 1997, para o modelo que se tornou o padrão brasileiro, até hoje.
Grupos de engenheiros e pesquisadores ligados ao Comando-Geral de Tecnologia Aeroespacial (CTA) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) foram os responsáveis pelo projeto da eleição informatizada em grande escala no País. Destacam-se aí o trabalho dos engenheiros Mauro Hashioka (INPE), Paulo Nakaya (INPE) e Oswaldo Catsumi (CTA), dentre outros profissionais, pela concepção da segurança do equipamento.
As versões mais recentes, de 2006 a 2010, têm mecanismos acoplados para a identificação da impressão digital do eleitor mas entraram em vigor apenas em 2014.
A primeira fase do projeto-piloto de implementação da identificação biométrica foi realizada durante as Eleições Municipais de 2008. O novo sistema foi testado nas cidades de São João Batista (Santa Catarina), Fátima do Sul (Mato Grosso do Sul) e Colorado D ´Oeste (Rondônia) utilizando em torno de 100 urnas biométricas.
Fonte
A urna eletrônica foi um grande avanço no Brasil. Como a maioria de outras coisas em nossas vidas, o voto também foi informatizado, a partir de 1996, o que tornou muito mais fácil a vida do eleitor, pois é mais prático de votar, e muito mais fácil a contagem de votos, podendo assim divulgar o resultado horas depois que as eleições são encerradas.
Com o novo projeto de urnas biométricas, vai facilitar mais ainda a vida do eleitor, pois assim ele será identificado através de sua impressão digital, e não precisará levar nenhum documento na hora da votação, o que impede muita gente de votar, pois na hora esquece.

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